quarta-feira, 12 de maio de 2010

Concerto "Hardvibes Day"

Grupo IJ - Interculturalidade Juvenil do 12ºE e a Associação de Estudantes da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa apresentam:

Apresentação dos Projectos Finais

No passado dia 5 de Maio, por volta das 10h20, demos início à apresentação das várias etapas do projecto final.
A 1ª consistiu na concretização do debate acerca da "Violência e discriminação entre os vários grupos sociais juvenis". Marcaram presença ilustres convidados, entre eles professores universitários, como a Prof.ª Drª Gabriela Gonçalves, Profº Drº João marques e o Profº Drº Jean Christophe Giger; representantes da Associação de Músicos de Faro e do movimento Hardcore, Filipe Parra e Mário Cunha, respectivamente, e contámos também com a presença do seminarista Humberto, que veio colmatar a ausência do senhor Pe Joel Pires; os alunos marcaram tambêm presença através de Eurico Graça pelos nerds e estudiosos, Joana Apolónia representando a subcultura metaleira e Tiago Santos defendendo os desportistas e nacionalistas.
Em primeira instância todos os presentes realizaram uma breve apresentação pessoal e deram a conhecer um pouco do tema do debate através do seu ponto de vista.
Em seguida cada interveniente expôs as suas ideias e confronto-as aos restantes.
A intervenção de alunos, das turmas convidadas a assistir a este momento, foram produtivas e mostraram que o tema de trabalho do nosso grupo é relevante para todos eles e tambêm adquir uma grande importância para a mudança de mentalidades dos mesmos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Época de trabalho

O final do 2º período está a aproximar-se e com isso temos tido muito trabalho àvista no nosso horizonte, pois o 3º período traz muitas surpresas da nossa parte ;)

Neste momento estamos a tratar dos nossos 3 (sim, 3!!) produtos finais para a posterior apresentação à comunidade escolar com o intuito de mostrar a todos os elementos que nela participam o nosso trabalho desenvolvido durante este ano escolar.

Esperamos que gostem do nosso blogue, apenas um dos vários meios de pesquisa e de tratamento de informação que este grupo utiliza.

A imagem serve apenas para ilustrar que a união e organização que o grupo mostra é o meio necessário para fazer cumprir todos os objectivos que prometemos alcançar.

Contra racismo e discriminação


Como é sabido , a discriminação e o racismo são hábitos frequentes entre os jovens da nossa actualidade... mas é um problema que nós estamos a tentar alertar e descobrir maneiras de sensabilizar as pessoas da comunidade que nos rodeia a evitar alguns pensamentos discriminatórios.




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Análise


Porque será que não podemos viver todos em harmonia, apesar das nossas diferenças?

Porque será que existem pessoas que pensam ser superiores a outras, unicamente porque são de uma cor diferente?

Porque é que existem tantos estéreotipos aliados á cor das pessoas?



Era bom que todos deixassemos de pensar diferente, vissemos as pessoas todas como iguais, assim tudo seria melhor.

Pensem um bocado acerca das questóes que aqui foram propostas e tentem encontrar respostas para elas ;)

Algumas considerações acerca da Liderança (face aos grupos sociais) - Parte 2


Tendo em conta os comportamentos do líder face aos membros de um grupo, propomos a seguinte classificação:
  • O tipo autoritário que visa influenciar outrem directamente e por pressão externa. Este género contém, aliás, duas espécies: o chefe autocrítico que se impõe pela intimidação ou por sações, sem se importar com as reacções dos outros; o chefe paternalista, de aspectos mais complexos, porque deseja ao mesmo tempo ser obedecido, respeitado e, até, amado.
  • O tipo cooperativo, consistindo em associar outros se não à tomada de decisões, ao menos à sua preparação e suas aplicações. Aqui, a distância entre o líder e os outros é ainda muito menos acentuada. Assim como o grau de coerção varia no modo autoritário, o grau de «permissividade» pode variar no modo cooperativo.
  • O tipo manobrador, que consiste em influenciar os outros indirectamente e, se possível, sem que o saibam. Esta atitude dá-se com frequência, a seguir aos fracassos prévios do estilo autoritário.
À margem destes três tipos maiores convém referir:
  • O tipo elucidador, que visa colocar o grupo em situação de decidir colectivamente depois de uma consciencialização dos seus problemas e processos. Esta atitude, que não é propriamente dita uma lideranla, exerce uma espécie de influência catalítica ao facilitar a posta em marcha dos recursos internos do grupo. Atém-se estreitamente à atitude chamada «não directiva» preconizada em psicoterapia por C. Rogers.
  • O tipo do «deixa correr», que consiste numa espécie de demissão da autoridade por um chefe provido de um estatuto nominal que se desinteressa da actividade do grupo ou deixa dominar por ele.
Todavia não se deve exagerar a importância das tipologias, consideradas de maneira estática ou mesmo dinâmica. O impacto de um chefe está ligado à compatibilidade entre a satisfação das suas necessidades pessoais, das dos outros e das exigências, aliás volúveis, da acção colectiva e de todo o contexto social. Nesse sentido, a adaptabilidade adquire uma grande importância e uma das definições mais pertinentes é ainda aquela que formulam os membros de um dos nossos grupos: «O chefe é o homem da situação».
in A Dinâmica dos Grupos, de MAISONNEVE, Jean


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Características da cultura

A cultura tem um significado sociológico assente em três pontos bastante importantes:






  • a cultura é aprendida e não herdada geneticamente. O homem tem de aprender tudo sobre a vida em sociedade. Por exemplo: o homem aprende desde a infância que a alimentação é sujeita a horários, à utilização de instrumentos adequados, que há determinados alimentos que se devem comer e outros não e que existem regras de cortesia e de boa educação durante as refeições.





Fig.1 - Exemplo da maneira como se come em certos países no oriente











Fig.2 - Exemplo da maneira como se come em certos países no ocidente









Estas duas imagens ilustram bem o exemplo da diversidade de culturas existentes na comunidade mundial.

  • os elementos culturais são partilhados por um determinado número de pessoas, as quais, ao fazê-lo, constituem-se como uma comunidade distinta das demais. A cultura tem, assim, a função social de organizar a interacção dos indivíduos, de lhes atribuir significadoe de facilitar a vida em conjunto. Mas existem alguns grupos que não estão de acordo com as ideologias da cultura dominante, que são chamadas as contra-culturas, e aqueles grupos que pertençem à cultura dominante mas têm regras diferentes dentro do seu grupo, que são as sub-culturas.


Fig.3 - Imagem da vida em sociedade, harmonia entre todas as culturas










Fig.4 - exemplo da contra-cultura hippies, que se opunha é cultura dominante da época em que viviam


















Fig.5 - Exemplo da sub-cultura punk que se mantêm dentro da comunidade dominante mas com regras específicas dentro do seu grupo











Cultura

Temos estado a fazer alguns posts sobre discriminação, racismo e muito mais, mas para isso teremos de explicar o que está por trás de tudo isto, a CULTURA.



A cultura é um fenómeno exclusivo do ser humano e representa tudo o que nele não é inato, não é natural, basicamente, a cultura representa as várias formas que o ser humano encontrou de se relacionar com a Natureza, e de a manipular para assim obter uma melhor organização.



A palavra "cultura" é pluridimensional, isto é, pode significar várias coisas como:

- desenvolvimento do espírito

- civilização (conhecimentos, crenças religiosas, arte, costumes e hábitos)

- desenvolvimento material e técnico

- património social

- modo de vida de um povo



Vários sociólogos atribuem conceitos diferentes à palavra "cultura", mas todos esses conceitos, se forem juntos, dão a verdadeira definição dessas palavra.



Anthony Giddens

"Quando os sociólogos falam do conceito de cultura, referem-se a esses aspectos das sociedades que são aprendidos e não herdados."



Guy Rocher

"Poderíamos definira a cultura como sendo um conjunto ligado de maneiras de pensar, de sentir e de agir mais ou menos formalizadas que, sendo aprendidas e partilhadas por uma pluralidade de pessoas, servem, duma maneira simultaneamente objectiva e simbólica, para organizar essas pessoas numa colectividade particular e distinta



B. Malinowski

"Quer consideremos uma cultura muito simples ou primitiva, ou uma extremamente complexa e desenvolvida, deparamo-nos com uma vasta aparelhagem, em parte material, em parte humana, em parte espiritual, com a ajuda da qual o homem é capaz de lidar com os problemas concretos, específicos, com que se defronta."

Racismo?! NÃO!!
















O racismo é a tendência do pensamento ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras.

O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial.

Um grupo social dominante, seja em aspectos económicos ou numéricos, sente a necessidade de se distanciar de outro grupo que, por razões históricas, possui tradições ou comportamentos diferentes. A partir daí, esse grupo dominante constrói um mito sobre o outro grupo, que pode ser relacionado à crença de superioridade.

Tipos de racismo que podem existir:
- Social
- Étnico
- Religioso

Manifestações de racismo:
- Escravidão
- Exclusão social
- Perseguição religiosa
- Segregação racial

Medidas discriminatórias:
- Apartheid
- Nazismo

Medidas antidiscriminatórias:
- Direitos civis
- Inclusão social
- Igualdade de género























Algumas considerações acerca da Liderança (face aos grupos sociais) - Parte 1

- A autoridade, o poder, concernem ao mesmo tempo a uma acção, uma operação do líder e a uma relação daquele com o grupo que dirige.
- O exercício prático da autoridade depende simultaneamente de normas colectivas, ambientes, de situações concretas em causa e da própria personalidade do chefe. Um exame exaustivo destes problemas implicaria uma tríplice perspectiva: a de liderança como função no grupo, considerando nomeadamente as suas condições de emergência através de um jogo de influências; a da liderança como relação, podendo apresentar-se muitos tipos cujos efeitos sobre o clima e a produção do grupo reclamam atenção; enfim, a da liderança como aptidão individual, o que vulgarmente se chama « o ascendente pessoal», que toca a problemas caracteriais e deve igualmente ser referida a circunstâncias e géneros de funções diversas.

in A Dinâmica dos Grupos, de MAISONNEVE, Jean

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Blog que devem visitar frequentemente!

Existe um blog que faz parte de um docente da nossa comunidade escolar que fala sobre vários dos nossos temas abordados, e é um blog muito bom para quem quer ficar a saber mais sobre vários assuntos.

recomendamo-vos a visita ao blog http://www.cadernosociologia.blogspot.com/

As diferenças dos estilos de vida dos grupos de um meio rural e de um meio urbano.

O que iremos falar hoje consiste na diferenciação entre grupos, para explicar melhor as diferenças neles existentes. Existem muitas opiniões sobre o conceito de "Estilos De Vida", alguns deles algo diferentes.

Sorokim define-os como "tudo o que o indivíduo aprende a fazer para viver numa comunidade particular" , que pode ser traduzido como sendo a apropriação duma cultura particular para que o indivíduo possa viver, agir e movimentar-se dentro do seu meio.

Rocher define os Estilos De Vida de modo mais simples, são simplesmente "as maneiras de viver". Esta afirmação acaba com qualquer complexidade que possa ser comporta pelos mesmos, fazendo um apelo a um equilibrio na instabilidade.

Mas uma opinião é unânime entre todos, a que os Estilos De Vida promovem uma vida com mais qualidade.


Um inquérito realizado mostra diferentes estatisticas entre jovens de Portugal situados numa zona rural e numa zona urbana. Temas como a sexualidade, ocupação de tempos livres, valores, alimentação, hábitos de consumo e amor são temas que provocam grandes divergências entre ambos grupos.


Em relação à sexualidade parece haver um consenso entre ambos, visto que as opiniões são praticamente iguais, com os grupos a verem esse tema como um "tabu".

No campo da ocupação de tempos livres, as actividades realizadas pelos jovens do meio urbano são influenciadas em função de um padrão socioeconómico que é gradualmente mais favorecido de infraestruturas que o meio rural. As actividades no meio rural são realizadas de maneira espontânea e não estruturadas.


Na diferenciação entre os dois grupos no que toca aos seus valores, os habitantes do meio rural apresentam maiores nivéis de resistência na adesão a novas tendências e têm um plano mais tradicionalista e conservador, enquanto que os habitantes do meio urbano são mais flexiveis e apresentam maior grau de aceitação e de incorporação do que para eles é novo.


Como é sabido, Portugal é um país de pessoas consumistas e os estudos mostram que dentro dessa sociedade se formam comunidades mais restritas, com os jovens do meio urbano a mostrar maior adesão à publicidade, às campanhas de consumo e aos slogans em comparação aos jovens do meio rural que se mostram menos permeáveis a essas influências.


No que toca à emigração, o grupo que mais facilmente aceita esse modo de vida é o grupo dos jovens do meio rural, devido a vários factores como as desvantagens económicas, as reduzidas oportunidades de emprego e a ausência de renumerações mais altas. Já os do meio urbano vêm na profissão um meio facilitador de melhores condições de vida


Todos estes temas servem para mostrar a grande diferença que é relevante na nossa sociedade.

Interacção

A interacção é « a força interna da acção colectiva vista da parte daqueles que nela participam». As interacções por oposição (conflito e competição) e as interacções por acomodação (combinação e fusão) cujos efeitos examinam discursivamente quanto ao grau de proximidade, de igualdade e de semelhança entre os agentes e quanto à estabilidade do grupo tomado no seu conjunto.
Verifica-se quando uma unidade de acção produzida por um sujeito A age como estímulo de uma unidade resposta no sujeito B e vice-versa. Logo a interacção constitui um processo circular. Pode, aliás, produzir-se não só entre dois indivíduos, mas entre um indivíduo e um grupo ou entre dois grupos.
in A Dinâmica dos Grupos, de MAISONNEVE, Jean

Resistência às mudanças

A nossa vida quotidiana é regida por um conjunto de costumes, de hábitos e de modelos que afectam quer o modo de se alimentar e de se vestir quer o de trabalhar ou divertir se se tratar ou, até, de estabelecer relações com os outros.
A resistência à mudança pode, assim, provir do carácter coercitivo que frequentemente reveste esta mudança; o cidadão, o usuário, o trabalhador vêem-se constrangidos a novas operações sem terem sido, em geral, informados nem consultados. Têm a impressão de que um poder superior toma decisões sobre eles sem terem em consideração o modo como eles se adaptaram à situação anterior nem as sugestões que eles eventualmente poderiam ter apresentado.
Por outro lado, um fenómeno de inércia e de rigidez tende a entorpecer o esforço necessário para realizar uma nova adaptação; a propósito, é certo que a idade ou o estado de fadiga reforçam a apreensão provocada pela mudança.
A resistência à mudança depende dos fenómenos de solidariedade e de pressão colectiva: enquanto nós nos conformamos aos seus modelos, o grupo aprova-nos e protege-nos; se somos tentados a esquecê-los, expomo-nos imediatamente à reprovação se não às sanções dos nossos companheiros - o que acentua a nossa própria repugnância a nos deixarmos de solidarizar com o grupo. Desta forma se vê como se manifesta o carácter profundamente sócio-afectivo da resistência à mudança.
in A Dinâmica dos Grupos, de MAISONNEVE, Jean

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Reflexão?!?!?

Nós somos jovens. Esta condição, quer física quer psicológica, dá-nos estatuto, pois somos vistos pela/na sociedade como "revolucionários" ao que nos rodeia.
Essa "revolução" deve-se às mutações que sofremos desde a nossa infância até a construcção definitiva do "Eu". Os nossos gostos, hábitos, relacionamentos e etc alteram-se consoante as amizades, problemas pessoais e até mesmo ao amadurecimento da própria pessoa e da sua mentalidade.
Daí que se associe cada fase e vivência da vida (alegria e tristeza, por exemplo), a qualquer um dos grupos culturais condicionadores da adolescência ( hippies e emo`s respectivamente).

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Os factores que influenciam os comportamentos dos Jovens















Existem vários factores preponderantes que podem ditar as mudanças nos comportamentos dos jovens da nossa sociedade...

O tema de que vos iremos falar hoje em concreto irá ser sobre a violência e os aspectos que levam os jovens a tornarem-se mais violentos.

O primeiro aspecto que irá ser falado é a liberdade em demasia por parte dos seus país, começando por procurará-la primeiramente dentro de casa, pois não há jovem nenhum que goste que os seus pais andem constantemente a seguir os seus passos para qualquer lado que vá.
Aspectos como a falta de tempo, ou mesmo para passar a imagem de "pais modernos", cada vez mais deixam os seus filhos tornarem-se mais livres.
Esta acção pode não ser errada desde que seja dosada a quantidade da autonomia que os seus filhos devem ter.



O segundo aspecto é a interpretação por parte dos pais que a rebeldia que o filho tem é normal da sua fase (adolescência), pois todos pensam que a adolescência é uma fase passageira que mais cedo ou mais tarde irá acabar.
"O grupo de amigos e as suas formas de cultura são importantes, assim como omodo de se relacionar com os seus pais. O alerta mais importante é: para que os jovens sejam violentos é preciso que ele pertença a uma cultura na qual esse tipo de comportamento é oferecido como uma possibilidade"


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Inicio do 2º período

O 1º período passou, rápido demais ao que pareceu! Entrámos no 2º período com muito trabalho, na primeira aula realizamos os inquéritos e a aula foi maioritariamente ocupada por essa actividade. Dedicámos a aula de hoje ao tratamento dos respectivos inquéritos, o que não é uma tarefa fácil!!
Já começámos a pensar na nossa curta-metragem onde vamos entrevistar alguns alunos da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa com diversos estilos de vida e tentar perceber até que ponto é que se sentem discriminados e de que forma vêem a discriminação, entre outras coisas.


"Discriminar significa "fazer uma distinção". Existem diversos significados para a palavra, incluindo a discriminação estatística ou a actividade de um circuito chamado discriminador. O significado mais comum, no entanto, tem a ver com a discriminação sociológica: a discriminação social, racial, religiosa, sexual, por idade ou nacionalidade, que podem levar à exclusão social(...)"
in Wikipedia.

Deixamos aqui uma definição de discriminação, uma vez que, é um conceito crucial no nosso trabalho.


Até à próxima ! :)